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Robot H3ro

Robot H3ro

Cadastrado: 29 Sep 2004
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A arte impressionante de Artgerm

17 January 2012 - 03:22 PM

Alguém com certeza em suas voltinhas pela web, deve ter se esbarrado com algumas ilustrações de um artista chamado Artgerm.

Mas para quem não conhece, aqui vão alguns dos trabalhos impressionantes deste carinha lá de Cingapura(Singapura).

Quem quiser conferir o perfil e a galeria no Deviant Art, segue o link http://artgerm.deviantart.com/

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Sua personagem famosa, Pepper

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Pepper, novamente
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Taí galera, uma provinha da arte desse monstrinho.
Para quem curte desenhar ou uma ilustração digital, fica aí uma inspiração =D

Limão é meu parente!

02 January 2012 - 11:31 PM

O quê passou na sua cabeça em me adicionar na categoria "família"? HAuheuheuahuehauhauheauhuahauheuaheau

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Eu sou a lenda II - 2012

01 January 2012 - 07:50 PM

Deve ser o melhor do ano, confiram o trailer.
Quem ver, não poste spoilers!


Castlevania - Drácula X - Review Robótico

21 December 2011 - 08:42 PM

Bem, acredito que este seja meu primeiro review de algo, como estou de férias de meus trabalhos, nada melhor que fazer algo relaxante, como jogar um game velho em que você não faz nenhum esforço para terminá-lo, ou não fazia, já que meus motores estão enferrujados e antes de escrever esta resenha a cabeça da Medusa já me irritou teoricamente bem.

Este review não é técnico, mas sim, um humilde flashback para os amigos saudosistas.

Let's go hermanos.



Castlevania – Dracula X ( Akumajou Dracula XX em japa e Vampire Kiss lá na Europa ) - Super Nintendo

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( Capinha do game )

Produzido pela Konami e lançado em 1995 para o console da bigoduda. A sangrenta franquia dos mata morcegos volta à tona, fazendo a alegria dos góticos, macumbeiros, esotéricos e finalmente, para quem apenas curte um jogo de plataforma.

Sinopse

O carrasco do Dentuço desta vez é Richter Belmont, neto de Simon Belmont, o último a aprisionar o Demitri da Konami na escuridão por um bom tempo.
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Mas como a empresa precisa arrecadar finanças, alguns contratados da Konami aproveitaram o esquecimento do horror e trouxeram o monstro novamente. De volta a liberdade, o enfurecido Nosferatu só tinha uma coisa em mente. Vingança.

Drácula estava irado, não só por causa do tempo aprisionado, mas pelo desleixo de Simon em não deixar nem um Gameboy Color com Pokemón Red para passar o tempo na eternidade.

Mas, como nem tudo é perfeito, Simon já não estava mais entre os viventes, e sobrou para seu neto puro sangue, Richter assumir a bravata.

Claro que Richter não ia largar o Facebook nem o Twitter pra enfrentar a morte e o herdeiro da perdição sem motivos. Sabendo disto, Drácula arrastou sua peguete, Annet e sua irmãzinha, Maria, que estava entrando em chats proibidos da UOL com um cara milênios mais velho, antes do incidente ( assim dizem os relatos ).

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( Maria e Annet de vacilação )

Agora com sua parentela nas mãos do Capiroto, só resta ao Belmont ir à luta e trazer novamente a paz, e de quebra sua família.

E tudo isso rola aonde sempre rolou, lá na Romênia, um país que ninguém lembra e nem sabe onde fica. O única informação que se tem, é que este país tem um castelo iradíssimo super pimpão na aclamada Transilvânia.

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( lembra da bandeira deste país? É claro que não, mas aquele castelo no fundo com certeza é da Romênia, aliás, do Drácula, que não deve ser romeno, se fosse teria sido esquecido )





Gráficos

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( Richter correndo do gracioso Behemoth )

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Falando em gráficos, em comparação ao seu antecessor, este Castlevania manda muito bem.
Trazendo cores vivas, sprites bem feitos, bom detalhamento nos personagens e cenários.
Claro que nada comparado com um Symphony of the Night, certamente por causa das limitações do console da Nintendo.

Ainda sim, o game consegue transmitir visualmente sem pecar toda a atmosfera necessária para a aventura, não deixando nadicas a desejar.



E a jogabilidade manos?

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( pulo duplo que só serve para tirar onda na hora de catar a gema flamejante )

Talvez o calcanhar de Áquiles Pelida do clássico, por quê?
Para quem está acostumado com games de plataforma, o controle e a física dos saltos é o que há. No controle de Richter, o jogador visivelmente sente que o character é meio travadão, e quando ele salta parece um tanto pesado. Não que isso atrapalhe o fun-factor do game, mas existem “abismos” que você certamente não cairia se o salto fosse mais preciso. Isso deixa o game um pouco mais difícil, já que saltos perfeitos exigem posicionamentos mais apurados para atingirem o alvo.

Todavia, para compensar, Richter ganhou um novo pulo duplo. Não ajuda muito na maioria dos casos, mas é de fato um complemento. Claro que um dash ou corrida seria mais útil se fosse incorporado ao gameplay, mas nem tudo é perfeito.

Mas enfim, nada que vá atrapalhar de forma substancial no progresso do jogo após um certo costume ao manejar o personagem.

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( Vai lá garanhão, pula de qualquer jeito que vai dar tudo certo )



E a música, rola solta?

Outro ponto forte do game. As músicas praticamente dão um show à parte.
As composições embalam e se encaixam em todos os momentos do storyline. Começando pela “Opposing Bloodlines” do 1° cenário, que leva o jogador exatamente para a vila destruída de Richter e continua até seu ápex no confronto com o cão de Hades, Cerberus.

Outra trilha marcante pode ser conferida no terceiro estágio, “Bloody Tears”, é o nome da criança que te faz seguir em frente, em oposição das malditas Medusas voadoras e uns crânios de terápodes que não evoluiram para galinhas.

Em outras palavras, além de cumprir as exigências, a trilha sonora dá um showzinho à parte, francamente.

Só pra deixar a rapaziada viajando, vou postar uma versão animal.

Opposing Bloodlines


Bloody Tears




Tela de abertura

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Até aí, sem frescura e sem muitas opções, apenas novo jogo, senha e opções.

Mapa
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O jogo possui um mapa. Quase inútil, serve para informar o caminho que o herói segue, simplesmente linear. E serve também para informar que você perdeu a chave e não vai conseguir salvar a menina pois, pegou o bonde erradíssimo onde se encontra a dondoca. E com isso, nada de final especial, entende?

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( Errou o caminho? Agora chora manolinho )

Estágios

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Nesse quesito, para quem está acostumado com games do gênero, não vai achar nenhuma novidade mas também não vai sentir ausência de nada, pois, o jogo traz as velhas vilas, cemitérios, cavernas, castelos, além da famosa torre do relógio e uma espécie de Atlantis.

Os inimigos!

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( Tá vendo este ser acima? Pois é, nem é irritante. )


O game tem de tudo para todos os amantes da cultura cavernosa, possuindo uma horda de cadáveres maltratados e abandonados em asilos, morcegos, esqueletos, armaduras que se movem sozinhas e malditas cabeças de Medusa. Deixa eu frisar, malditas cabeças de Medusa. Acredite, nem o Drácula irrita mais do que estas criaturas. Que Perseu nos livre!

E os chefes, qual foi da parada?

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( Em ordem: Cerberus, Minotauro, Warlock e o Cavaleiro sem cabeça )

Novamente, uma miscelânea de lendas oriundas das mentes pagãs dão as caras neste game.
Pois é, antes de pensar tocar no Dr. Nosferatu, pode ir tratando de dominar seu chicote para detonar o cão xifópago de Hades, e também um morcego que vira vários morceguinhos e tantos outros como o Cavaleiro sem cabeça ( não é o mesmo do filme do Johnny Deep ), Minotauro, Warlock, e mais um famoso Lobisomem, que sempre tem o costume de fazer uma ponta em games de vampiros, já que não são tão carismáticos para terem seu próprio game.

E por último, o velho Drácula.
Você vai enfrentar sua versão engomadinha de Crepúsculo até um certo tempo, mas depois que sua paciência for embora, você vai ter de encarar o Belzebu em pessoa. Mas nada de pavor, afinal o inimigo não possui o recurso de save state que você possui no seu emulador, portanto pare de reclamar e de se flagelar com a aparência desde demônio anabolizado.

Imagem Postada ( Versão pré-Crespúsculo )

Imagem Postada ( Versão "Vou xingar muito no Twitter")




Conclusão.

Como vimos, Castlevania Dracula X, traz inúmeros componentes para os amantes do estilo. Apesar de não ser uma obra-prima como Symphony of the Night, o jogo marcou sua passagem no console da Nintendo e com certeza merece um flashback.

Suas músicas, seu gameplay simples e atrativo, são convites para mais uma jogada neste clássico 16 bits.

Fechando aqui com um score particular,

Gráficos: 8/10
Músicas: 9/10
Jogabilidade: 6/10
Diversão: 8/10


É isso, espero que tenham gostado. Eu nunca fiz um review, que aliás não é bem um review, mas um flashback bem humorado deste game que marcou minha época de moleque.

Abraços!

PS: Este tópico vai em homenagem ao Limão, que sempre traz um review de Snes pra matar a saudade =)

Era de ouro nacional

15 November 2011 - 05:40 PM

Eis que passeando no Youtube, lembrei de uma música que estava em um vídeo da AOFDB e fui numa pequena viagem no tempo.

E por mais que eu não curta mais, vou postar aqui para todos, tanto aos veteranos relembrarmos o Golden Ages nacional e para galera nova que não conhecia o trabalho dos users fighterianos para o fandom mundial.


Vou começar com o clássico, The Beginning,
Art, Kododis e tanto outras figuraças dão as caras.


Aos novos users( que não acompanharam a antiga Fighters ), este é Junction, considerado por muitos, o melhor combo music vídeo já lançado. Por combos da época e também com uma primorosa edição, que era um marco do Art, que o consagrou como o maior editor de cmvs na comunidade.


Indo para outro nicho de games, quase não muito jogado por aqui, a AOFDB lança mais um vídeo épico. Trata-se de EXperience, obra cheia de feelings e uma trilha sonora bem empolgante extraída do game Bust-A-Groove. É o vídeo que mais gosto, sou suspeito para comentar. Edição de Art ou DragonBallSon =) e combos pelo ilustre Kododis. ( Com participações de Yamazaki-RJ e Brabo )


Como um sujeito barulhento, também entrei no meio das brincadeiras, em união a vários grupos de makers do mundo, surge The Meaning of Dreams. O vídeo traz uma miscelânea de games, trilhas como "Black Or White" de Mickael Jackson entre outros.


Com a desintegração de alguns grupos, surgiu uma equipe de makers ainda ativos na época para criar um time forte internacionalmente, esta fora chamada de Phoenix Force. Que estreiou com um vídeo nervoso na comunidade, eis aí Genesis.
Editado por NPK, outro bom editor tupi que despontava na época.


Com o enfraquecimento do meio, e com a aposentadoria de muitos grupos. Alguns makers recheados de combos ainda mostraram seu talento na web. Zelão e Ed, conhecidos como ZED, mostraram suas monstruosidades em Lithium, editado por outro jovem talento no meio dos editores, T.K


Não satisfeitos, a dupla ZED lança um Personal com combos animalescos de Last Blade, imperdível para os fãs.


Correndo de outro lado, Robot Hero, TranceJay, Nino e Spano botam a cara num nicho pouco explorado no Brasil, os games da Capcom. No vídeo totalmente temático chamado The Chariot Card

Trailer


Release


E um vídeo genuíno dos membros do Fighters, num concurso que rolou por aqui, o "The Fighters Stars" foi bem elogiado. Com edição inabalável do Art, o vídeo divertiu um bom tempo por estas bandas.




Por enquanto é isso, sei que tem muito mais, mas os clássicos nacionais que eu lembro estão aí!
Divirtam-se!